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50 Tons de Cinza é inspirado por “demônios da perversão”, diz bispo Edir Macedo

  Nesta quinta-feira (12) os cinemas brasileiros passam a exibir o filme “Cinquenta Tons de Cinza”, adaptação do best-seller homônimo escrito por E. L. James. A estreia do romance erótico que levou milhares de pessoas a comprar ingressos antecipados – fazendo o filme bater o recorde de vendas – não tem o apoio da Igreja Universal do Reino de Deus que através do blog de seu líder, Edir Macedo, e de sua filha, Cristiane Cardoso, estão recomendando que os fiéis não assistam o longa.
   Ambos os blogs divulgaram um texto assinado pela colaboradora Evelyn Higgibotham afirmando que o sucesso do livro e do filme só pode ser obra de “demônios da perversão”, uma vez que a crítica literária chegou a afirmar que E. L. James escreveu “o pior livro de todos os tempos”. O texto afirma que há duas doutrinas condenáveis na obra: a primeira é sobre o abuso sexual sofrido pela personagem principal que é assedia por um homem rico que a envolve em uma relação de submissão controversa. 
    “Ele a domina, ameaça e manipula. Ela se sente desejada e importante, e tolera a violência porque acredita que pode ‘salvá-lo’. Na vida real, muitas dessas histórias acabam em morte. Os boletins de ocorrência são provas disso”, diz o texto. A segunda doutrina condenada pela Igreja Universal é a perversão sexual uma vez que o erotismo está presente em todo o livro e será o grande destaque do filme que tem classificação indicativa de 18 anos.
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