A polêmica extinção das Diretorias Regionais de Saúde e Educação ainda cerca o governo do estado. Nas últimas horas, o governador Rui Costa (PT) voltou a reafirmar a sua posição quanto ao assunto, que, segundo ele, é responsável pela implementação de profissionais no atendimento à população ao invés de cumprirem papéis administrativos. A ideia do chefe do Executivo também é otimizar a máquina pública. As Dires e Direcs foram extintas atendendo à Lei Nº 13.204, de 11 de dezembro de 2014, e, no seu lugar, foram criados os Núcleos Regionais de Saúde (NRS) e os de Educação.
A medida soou como uma bomba no meio político e nas cidades-sede das diretorias, muitas delas não abrigarão os novos núcleos. Caem de 33 para 20 centros. “Estou determinado a retirar todas as pessoas que estão em funções administrativas para atender a população. Eu falei isso para os policiais focado na segurança pública. Eu tenho a visão de que policial não é para cuidar de papel e de burocracia, mas eles fizeram concurso para cuidar da nossa segurança. O mesmo para professores, médicos e enfermeiros nas Dires e Direcs”, observou. Segundo o político, caso a caso será revisto. “Todos os convênios de cessão de professores que estão em desvios de funções ou em outras áreas administrativas serão observados. Nós queremos em sala de aula