De acordo com as apurações, Andrea teria sido abordada por dois dos seus executores no início da noite de 15 de janeiro, quando seguia em seu carro no Bairro Jardim Quisisana, a caminho de casa. Na ocasião, ela conversava com a irmã ao telefone, que inclusive chegou a ouvir a voz dos autores, que diziam: “Para o carro, isso é um sequestro. Você vem com a gente!”. O veículo foi abandonado no local da abordagem, sendo o celular e a bolsa de Andrea localizados em uma plantação da fazenda Manacá, na zona rural, alguns dias depois.
No dia 23 de janeiro, um crânio e parte de uma ossada humana foram encontrados em meio a um cafezal localizado no distrito de Palmeiral, município de Botelhos, a cerca de dois quilômetros da área onde o celular e a bolsa da vítima foram achados. O material foi recolhido pela perícia e encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) e ao Instituto de Criminalística, em Belo Horizonte, para a realização de exames de DNA, confirmando que o cadáver era da funcionária pública. Com o andamento das investigações e de posse de um conjunto de provas, a Polícia Civil solicitou à Justiça as prisões temporárias do ex-companheiro de Andrea e de cinco suspeitos.