Coronel da reserva do Exército, Holanda havia assumido o cargo em setembro do ano passado

Coronel da reserva do Exército, Holanda havia assumido o cargo em setembro do ano passado. Ele foi o quinto presidente da Funarte no governo Bolsonaro. Seu substituto ainda não foi nomeado.
A demissão se dá em meio à uma crise do governo com os militares, a maior desde 1977.
A Funarte tem como missão promover e incentivar a produção, a prática, o desenvolvimento e a difusão das artes no país, sendo responsável pelas políticas públicas federais de estímulo à atividade artística brasileira.
Holanda tem experiência em logística, é especialista em planejamento de ação estratégica e já presidiu a Câmara de Comércio Brasil-Albânia no Rio de Janeiro. Fez curso de roteiro na Escola de Cinema de São Paulo.
Antes do coronel, a presidência do órgão foi ocupada por Luciano Querido, Dante Mantovani –duas vezes– e Miguel Proença.
As informações são da FolhaPress