“Eu sou a favor do ser humano como um todo, a favor de direitos iguais, não de direitos com privilégios. Não tenho esse tipo de preconceito, no sentido de discriminar. Cada um faz o que quer. Mas não obrigar um padre, um pastor a celebrar um casamento”, criticou o candidato ao governo da Bahia.
Segundo ele, os representantes religiosos “seguem os mandamentos de Deus e um ritual que é bíblico, então não podem ser obrigados”. Já sobre o momento em que elevou o tom contra o candidato do DEM, Paulo Souto, Da Luz preferiu revidar com ataque. “Como ele é muito antiquado, ele está fazendo pergunta da década de 70. Mas a gente já tem uma visão mais moderna do estado”, defendeu Da Luz.