A princípio, o caso foi registrado como desaparecimento, mas ao visitar à casa do idoso, a Polícia Civil do DF desconfiou do neto e iniciou as buscas pelo corpo. Os policiais ainda não sabem o que motivou o crime. A PCDF trabalha com a hipótese de o acusado sofrer de transtorno mental ou de ter iniciado uma briga com o avô.
O acusado chegou a dizer à polícia que ouviu vozes durante o crime e não soube contar o que motivou a discussão com o idoso. Após jogar o corpo do avô na fossa, Bruno Tocantins voltou para casa para limpar as evidências do crime.