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Acusado de matar a filha colocou nome de delegado embaixo de imagens religiosas

Celso da Conceição
Celso da Conceição.

Acusado de matar a filha colocou nome de delegado embaixo de imagens religiosas    Andrea Helena de Freitas Monken, de 39 anos, mãe da estudante Stefanini Freitas Monken Conceição, de 18, que está desaparecida há três anos, colocou o número do processo do caso e o nome do delegado Alexandre Ziehe, da DP de Petrópolis, que investiga o crime, embaixo de imagens religiosas de um altar. O material estava dentro de um sítio onde Andrea trabalhava, em Itaipuaçu, no município de Maricá, na Região Metropolitana do Rio. Na última segunda-feira, o delegado revelou que o pai de Stefanini e marido de Andrea, o caseiro Celso da Conceição, de 47, confessou ser o responsável pela morte da adolescente. 
Acusado de matar a filha colocou nome de delegado embaixo de imagens religiosas   Celso, Andrea e o filho Wesdra Freitas Monken, de 19, foram presos, na quarta-feira passada, em Itaipuaçu. Na ocasião, a polícia cumpriu três mandados de prisão temporária, expedidos pela Justiça de Petrópolis em nome do trio, e um mandado de busca e apreensão. E encontrou os manuscritos com a letra de Andrea. Em um deles, o nome de Stefanini estava escrito por cima do nome de Alexandre Ziehe. O delegado trabalha com as hipóteses de que a morte da jovem tenha motivação sexual , já que o caseiro não aceitava o namoro da filha com um rapaz, ou ligação com algum ritual. Celso alegou ter matado a filha acidentalmente, ao empurrar a garota numa ladeira.
Acusado de matar a filha colocou nome de delegado embaixo de imagens religiosas    O crime ocorreu na manhã do dia 30 de setembro de 2011. Na época, a família morava em um sítio, em Petrópolis. Celso afirmou que sua filha havia acabado de conseguir um emprego. Por brincadeira, ela deu um tapa em seu ombro, correndo para o portão da propriedade. Ele foi atrás e deu um empurrão, esbarrando o pé na perna da jovem. Segundo o caseiro, a menina caiu e bateu com a cabeça no chão. Celso disse ter chamado uma pessoa que levou o corpo em um carro. Há três meses um cachorro achou um fêmur, próximo ao sítio. Um exame de DNA, feito no laboratório da Uerj, há 23 dias, confirmou que osso era parte do corpo da jovem. Segundo a polícia, o caseiro também chegou a apontar um ex-namorado de Stefanini como envolvido no desaparecimento da garota. 
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