Os integrantes do tribunal ainda debaterão se o processo continua no STF, após a renúncia de Eduardo Azeredo (PSDB-MG) ao mandato de deputado federal. O tucano é acusado de peculato e lavagem de dinheiro.
Barbosa havia planejado para a semana que vem a retomada da discussão dos processos sobre as perdas dos planos econômicos das décadas de 80 e 90, outro julgamento de grande repercussão, principalmente na esfera econômica. Ministros acreditam que, com o prolongamento da discussão, a análise do mensalão mineiro ficaria para abril. O presidente do Supremo não quer adiar muito a avaliação do caso tucano, para não ser acusado de adotar dois pesos e duas medidas.(Estadão Conteúdo)