No sábado (3), Soares confessou o assassinato para sua mãe e desapareceu. Ela o denunciou e informou à polícia a localização do corpo. A polícia acredita que Mara foi mantida viva em cativeiro até a manhã do sábado, em uma casa alugada por Soares, no bairro Guanabara. O assassino cortou os braços e uma perna da vítima. A polícia não revelou a causa da morte. O sumiço provocou uma grande mobilização na cidade. Mara estudava administração e trabalhava como fisioterapeuta. Segundo a polícia, Soares tem um histórico de violência contra mulheres.
Ele foi condenado em 2013 a prisão em regime aberto pela Lei Maria da Penha. Ele também responde outros três processos criminais na Justiça catarinense. A polícia apura depoimentos de testemunhas que viram os dois no bar, do qual ele era segurança. Uma versão diz que os dois estavam lá como fregueses. Outra aponta que saíram juntos, mas que supostamente ele iria apenas ajudá-la a pegar um táxi