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45 países ainda têm restrições a quem tem HIV

   Portadores de HIV ainda enfrentam dificuldades para entrar ou permanecer em 45 países pelo mundo, segundo informações do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids). As restrições variam em cada país, e podem incluir desde a total proibição de entrada aos soropositivos, ou imediata deportação caso se descubra que o visitante que já adentrou a fronteira está infectado, até limitações mais específicas, como a negativa de conceder vistos para visitas por curtos períodos. Este sábado (1º) é Dia Mundial de Luta Contra a Aids.
  Recentemente, mais de 40 presidentes de grandes empresas globais assinaram um pedido para que esses países derrubem essas barreiras, argumentando que prejudicam negócios, já que seus executivos devem poder transitar livremente, independente de terem HIV ou não. Segundo levantamento da ONU feito em julho (o mais recente disponível), Brunei, Omã, Sudão, Emirados Árabes Unidos e Iêmen são países que mantêm completa proibição de entrada para portadores de HIV. 
    Outros que criam algum tipo de dificuldade para a entrada, permanência ou residência dos soropositivos incluem Cuba, Israel, Jordânia, Nicarágua e Rússia. Egito, Cingapura e Taiwan estão entre os lugares que deportam os visitantes dos quais se descobre terem HIV. Os Estados Unidos acabaram com suas restrições a visitantes com Aids em 2010. Outros países que recentemente tomaram essa medida foram Armênia, China, Fiji, Moldávia, Ucrânia e Namíbia. O Brasil está entre a maioria de países que não têm limitações à entrada de portadores de HIV.
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