
Ele também havia gravado com ferro quente a inicial do nome dele na perna da enteada mais velha e faria o mesmo na mais nova. A mãe, que é considerada co-autora do crime, por ser conivente com os abusos sexuais e maus-tratos, e por buscar anticoncepcionais em um posto de saúde para as filhas, ainda não teve o pedido de prisão acatado. O caso é investigado desde 2011, quando os crimes foram descobertos, após uma delas relatar os casos a uma professora. Hoje com 14 e 15 anos, as jovens vivem sob os cuidados da avó materna.