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Requinte de crueldade: Sete pessoas foram mortas em chacina

   Sete pessoas foram degoladas na noite de sábado (28) em uma fazenda a 43 km do município de Doverlândia, no sul de Goiás, a 413 km da capital. De acordo com a Polícia Militar, as vítimas são o dono da propriedade rural, que tinha 57 anos, o filho do proprietário, 22 anos, um vaqueiro da fazenda, 34 anos, um amigo do fazendeiro, de 51 anos, a esposa desse amigo, 65 anos, o filho desse casal, de 22 anos, e a sua esposa, 24 anos.
     De acordo com o segundo sargento da Polícia Militar (PM), Divino Celso Teles, em Doverlândia, a polícia soube da chacina às 21h30 do sábado. Segundo a polícia, todas as vítimas foram mortas dentro da propriedade rural. O sargento relatou que dono da fazenda e o filho foram atacados e mortos dentro da sede. Além de ter sido degolado, o dono da terra, também teria recebido golpes de arma branca no lado direito e no lado esquerdo do peito. Os dois corpos foram arrastados para o banheiro da casa. Ainda de acordo com a polícia, a porta da casa tinha sido trancada e, em um primeiro momento, só era possível ver os corpos pela vidraça do banheiro.
      Com base no relato de uma testemunha, a polícia afirmou que por volta das 18h, um vizinho da propriedade acompanhado da mulher, do filho e da nora chegaram para uma visita e estranharam o fato de as lâmpadas ainda estarem apagadas. Acompanhado pelo vaqueiro da fazenda, o grupo seguiu em direção à casa para saber o que teria acontecido, mas foram atacados antes de chegarem até lá.
     A testemunha é um adolescente de 14 anos que só não seguiu com os demais, porque teve de resolver um problema com os cavalos no pasto. Segundo a polícia, ele ouviu gritos e depois foi procurar pelo cunhado do dono da fazenda, que estava pescando, dizendo que o seu pai, o vaqueiro, e os outros estavam desaparecidos. “No momento, não é possível falar sobre as causas do crime. Pelo que foi observado, nada foi revirado. O autor, ou os autores, parece ter ido ao quarto do fazendeiro e se aproximado de uma mala, mas parece que nada foi levado”, diz o sargento. Leia mais...
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